Setor Privado e Desigualdades

Aruanas: a Amazônia muito além da questão ambiental

Quando se fala de Amazônia, infelizmente o que vem à mente não é só uma bela floresta que é patrimônio da humanidade e do Brasil, mas também o desmatamento, a poluição de rios e córregos e como isso tudo afeta a vida de milhões de pessoas que vivem na região e tiram dela seu sustento.

A nova série da TV Globo mostra a cadeia de desigualdades envolvida no processo de exploração ambiental.

Setor Privado e Desigualdades

As grandes corporações utilizam seu poder para controlar a distribuição de valor nas cadeias produtivas e, muitas vezes, o fazem movidas pela reprodução de privilégios e interesses, sem levar em conta os direitos humanos e os mecanismos pelos quais aprofundam as desigualdades na sociedade. 

A assimetria de poder entre as grandes empresas e os trabalhadores e comunidades que dependem de suas cadeias de produção é um forte vetor de desigualdade, especialmente em países em desenvolvimento, dependentes que são das commodities agrícolas e da exploração de recursos naturais.

O QUE FAZER?

A Oxfam Brasil apoia comunidades e grupos de pessoas impactadas pelas cadeias de produção das grandes empresas, buscando promover suas demandas e defender mudanças nas políticas e práticas empresariais. Por meio de campanhas e engajamento público, trabalhamos para sensibilizar e influenciar as grandes empresas no sentido de adotarem políticas e práticas que respeitem os direitos humanos e reparem potenciais violações cometidas.

A atuação da Oxfam Brasil concentra-se em:
  • Demandar e dialogar com grandes empresas para que estas sejam mais transparentes, mais responsáveis e que adotem compromissos públicos claros com o respeito aos direitos humanos 
  • Produzir conhecimento baseado em análises sobre as cadeias produtivas de grandes empresas e os riscos associados e em evidências e sistematização de casos concretos de violações em suas cadeias produtivas;
  • Desenvolver campanhas e ações públicas voltadas para mobilizar e conscientizar o público sobre o papel do setor privado em relação às desigualdades;
  • Promover o engajamento de comunidades afetadas em processos de advocacy, apoiando suas estratégias de ação;
  • Apoiar as demandas de grupos atingidos por impactos de empresas multinacionais de origem brasileira na América Latina e Caribe e África;
  • Contribuir para o avanço dos Princípios Orientadores sobre Empresas e Direitos Humanos das Nações Unidas e o Tratado Vinculante sobre Direitos Humanos e Empresas Transnacionais.