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Educação e geração de renda devem ser prioridade na ajuda a refugiados rohingya

Educação e oportunidades de geração de renda devem ser prioridade na crise humanitária da etnia rohingya, que vivem no maior campo de refugiados do mundo em Bangladesh.

Oxfam, Save the Children e Visão Mundial fizeram alerta durante lançamento do novo plano da ONU para lidar com a crise humanitária que já dura um ano e meio em Bangladesh.

Oxfam inaugura o maior sistema de esgoto em um campo de refugiados

A Oxfam inaugurou em janeiro deste ano a maior usina de tratamento de resíduos sólidos já construída em um campo de refugiados. A planta de Cox’s Bazaar, em Bangladesh, foi financiada pela Agência da ONU para Refugiados, a UNHCR, e pode processar os resíduos produzidos por mais de 150 mil pessoas.

A possibilidade de tratar grandes volumes de resíduos no próprio campo, em vez de transportar para outras usinas distantes, é um grande avanço para o saneamento e gerenciamento de afluentes em emergências.

A planta contou com financiamento da Agência da ONU para Refugiados (UNHCR) e pode processar resíduos sólidos de mais de 150 mil pessoas

Mulheres rohingya vivem situação risco em campos de refugiados inadequados

 

As refugiadas rohingya que vivem em Bangladesh enfrentam problemas de saúde, não têm acesso a assistência vital e correm maior risco de serem abusadas nas instalações inseguras e inadequadas de muitos campos de refugiados.

Oxfam alerta para a necessidade de se destinar parte dos recursos de ajuda humanitária para atender as necessidades específicas das mulheres