Oxfam

Ei, G7! Está mais do que na hora de fazer a economia funcionar para as mulheres!

A economia global está gerando extrema riqueza para alguns poucos às custas - e nas costas - de mulheres pobres, que costuram nossas roupas, colhem nossa comida e cuidam de nossos filhos. "Isso tem que acabar", afirma Winnie Byanyima, diretora executiva da Oxfam  Internacional que está em Quebec, no Canadá, para acompanhar a reunião do grupo dos sete países mais ricos do mundo, o G7. "Recomendo fortemente aos líderes do G7 a apoiar políticas feministas que comprovadamente reduzem as desigualdades econômica e de gênero.

Líderes reunidos em Quebec estão desafiados a promover medidas contra desigualdade de gênero no mundo
E se os líderes mundiais tivessem que fazer o mesmo trabalho que as mulheres fazem no dia-a-dia? Querido #G7, que promover o empoderamento econômico das mulheres?

Água é vida: conheça nosso trabalho para garantir água potável e saneamento pelo mundo

Todos os dias, quase 1 mil crianças morrem de diarreia no mundo devido ao consumo de água suja. Essa é apenas uma pequena parcela das quatro milhões de mortes que acontecem todos os anos devido a doenças relacionadas à água e a precárias instalações sanitárias.

Em todo o mundo, mais de 700 milhões de pessoas não têm acesso a água potável e mais de dois bilhões não tem saneamento adequado.

Entre 2015 e 2016, ajudamos mais de 5 milhões de pessoas a terem acesso à água limpa

Nossa posição sobre o conflito Israel-Palestina

A Oxfam tem trabalhado no Território Ocupado da Palestina e em Israel desde a década de 1950, estabelecendo um escritório no local nos anos 1980. Sempre trabalhando em parceria com organizações palestinas e israelenses, a Oxfam tem como meta melhorar a vida dos palestinos mais pobres e marginalizados, que vivem em Gaza e na Cisjordânia.

Estamos na região desde a década de 1950, em parceria com organizações palestinas e israelenses

Oxfam condena morte de dezenas de palestinos em Gaza por forças de Israel

A morte de pelo menos 58 palestinos ontem (segunda-feira, 14/5) em Gaza por forças militares de Israel é condenável e a comunidade internacional tem que agir urgentemente e com firmeza para acabar com a violência na região.

Comunidade internacional tem que investigar ação e agir com firmeza para acabar com a violência

Ação da Oxfam fornece assistência e alívio para vítimas de terremoto no Nepal

No dia 25 de abril de 2015, um forte terremoto atingiu o Nepal, matando quase 9 mil pessoas e destruindo mais de 850 mil residências.

O transporte e as comunicações do país foram severamente danificados. Centenas de milhares de pessoas fugiram de suas casas temendo novos tremores. No dia 12 de maio, um segundo terremoto na região causou ainda mais destruição. Os desabrigados ficaram sem água potável e saneamento básico por semanas.

Mulheres, crianças, idosos, pessoas com deficiência e os mais pobres foram os mais atingidos.

Há três anos, mais de 9 mil pessoas morreram e milhares ficaram desabrigados no país asiático
Foto: Pablo Tosco/Oxfam

A pior dor do mundo reúne questões de gênero, raça, classe e migração

O modelo econômico global não pode estar à parte da dignidade humana, em especial questões relacionadas a gênero, raça, classe e migração. Esse é um dos grandes desafios atuais segundo Winnie Byanyima, diretora executiva da Oxfam Internacional em sua visita ao Brasil. “Precisamos pensar o modelo de forma diferente, reescrever as regras da economia para que sejam moldadas por dignidade humana”, afirmou Byanyima na aula inaugural que ministro no curso de mestrado profissional do Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio, com a temática gênero, desenvolvimento global e desigualdades.

Afirma diretora da Oxfam Internacional em visita ao Brasil
Diretora Executiva da Oxfam Internacional visita o Brasil pela primeira vez

Sociedade civil discute o Novo Banco de Desenvolvimento

Em parceria, Oxfam Brasil e Rebrip realizaram nesta semana, em São Paulo,  atividades de articulação entre ONGs e movimentos sociais brasileiros para monitorar o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) dos países BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). O processo também contou com apoio do Ibase e coordenação conjunta com Conectas, pelo GT Finanças, e Instituto Eqüit, pelo GT Gênero, da Rebrip.

Oxfam e parceiros discutem como influenciar políticas do novo banco de desenvolvimento dos BRICS
Participantes em debate sobre o BNDES, no contexto dos primeiros projetos do NBD no Brasil

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