Oxfam Brasil

Terra e desigualdade: mulheres, direito à terra e os impactos do agronegócio

Qual o impacto da concentração de terras e do modelo de agricultura adotado no Brasil - produção em larga escala de produtos agrícolas voltados para a exportação, como soja, milho e outros - sobre as mulheres trabalhadoras do campo? Como agricultoras familiares, indígenas e mulheres de comunidades tradicionais (quilombolas, por exemplo) lidam com o constante desrespeito a seus direitos e o desigual acesso à terra e recursos naturais?

Oficina reúne lideranças do campo e comunidades indígenas e tradicionais de todo o país

"As desigualdades foram criadas pela sociedade, e por nós devem ser resolvidas"

Os desafios são muitos no Brasil e em toda América Latina quando o assunto é desigualdade. Mas também são muitas as oportunidades para resolver o problema, que afeta milhões de pessoas na região. "Quando falamos sobre desigualdades, é sempre importante observar que elas foram criadas pela sociedade. Não é algo que simplesmente caiu do céu.

Entrevista com nossa diretora executiva Katia Maia na Conferência Internacional sobre Desigualdades Rurais

Pobreza e desigualdade no campo são temas de Conferência em Roma

O mundo tem hoje mais de 800 milhões de pessoas vivendo na extrema pobreza, e a maior parte está nas áreas rurais do planeta. Quais as estratégias e programas necessários (e já existentes) que possam dar um fim à pobreza no campo e ajudar a cumprir o compromisso estabelecido pela Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável da ONU, de 'não deixar ninguém para trás'?

Katia Maia, diretora executiva da Oxfam Brasil, participará do evento, que terá transmissão ao vivo
Foto: Cícero R. C. Omena/Creative Commons

Novo modelo econômico

Artigo de Oded Grajew publicado nesta quarta-feira (19/4) no jornal Folha de S. Paulo.

O jornalista Clóvis Rossi, a quem admiro por sua competência e integridade jornalística, publicou na sua coluna nesta Folha (26/3) um artigo no qual lamenta não termos até hoje uma proposta de modelo econômico que "ofereça esperança às pessoas".

Artigo de Oded Grajew, presidente do Conselho Deliberativo da Oxfam Brasil e idealizador do Fórum Social Mundial

Campanha com mais de 60 organizações pede revogação do Teto de Gastos

Mais de 60 organizações, movimentos sociais, conselhos e redes estão participando da campanha Direitos Valem Mais, Não aos Cortes Sociais - por uma economia a favor da vida e contra as desigualdades para estimular o debate público sobre os impactos negativos da política econômica de austeridade no cotidiano dos brasileiros. A ideia da campanha é articular um conjunto de ações ao longo deste mês de abril para conseguir a revogação da Emenda Constitucional 95, mais conhecida como Teto de Gastos Sociais.

Mobilização incentiva criação de rodas de conversa para ampliar debate sobre impactos da austeridade

Super-ricos estão ficando com quase toda riqueza, às custas de bilhões de pessoas

De toda a riqueza gerada no mundo em 2017, 82% foi parar nas mãos do 1% mais rico do planeta. Enquanto isso, a metade mais pobre da população global – 3,7 bilhões de pessoas – não ficou com nada. O dado faz parte do relatório “Recompensem o trabalho, não a riqueza”, lançado pela Oxfam às vésperas do encontro do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, que as elites empresariais e políticas do mundo.

Nosso novo relatório faz alerta para Davos 2018: recompensem o trabalho, não a riqueza!

Teto de gastos: estudo revela queda de até 83% em políticas públicas para área social

Políticas públicas voltadas à área social tiveram redução de até 83% no orçamento nos últimos três anos, revela estudo do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) feito em parceria com a Oxfam Brasil e Centro para os Direitos Econômicos e Sociais (CESR, na sigla em inglês), apresentado nesta quinta-feira (14/12) em audiência pública realizada na Câmara dos Deputados, em Brasília.

Levantamento realizado pelo Inesc, Oxfam Brasil e CESR foi apresentado em audiência pública na Câmara

Audiência debate impactos negativos do Teto de Gastos aos direitos humanos

O Brasil, que já é um dos países mais desiguais do mundo, corre o risco de voltar para o Mapa da Fome, deixar pessoas sem acesso a medicamentos e mulheres vítimas de violência, em sua maioria negras e jovens, desprotegidas.

Emenda Constitucional 95 completa um ano com graves efeitos sobre segurança alimentar, desigualdades e acesso a medicamentos, aponta estudo a ser lançado durante evento

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