Direito à terra e as gigantes do refrigerante

Análise da avaliação fundiária feita por Coca-Cola e PepsiCo no Brasil
Plantações de cana de açúcar, São Paulo, Brasil (Foto: Tatiana Cardeal)

Após a publicação de alegações detalhadas de que suas cadeias de fornecedores de açúcar estavam ligadas a questões de direitos humanos e acesso à terra, a Coca-Cola e a PepsiCo comprometeram-se a “tolerância zero” com apropriações injustas de terras (land grabbing) no fim de 2013 e início de 2014, respectivamente. 

Desde então, a Oxfam tem monitorado o andamento da implementação dos compromissos por parte dessas empresas e fornecido sugestões de como elas podem melhorar. Desde o início de 2016, ambas as empresas deram um passo importante ao avaliar os riscos e impactos de seus fornecedores de cana-de-açúcar com relação ao direito à terra; a Coca-Cola ao realizar um estudo de base e a PepsiCo por meio de auditorias. 

Este relatório fornece uma visão geral sobre os riscos e impactos, descreve o processo externo de avaliação, ressalta alguns dos apontamentos da avaliação e apresenta recomendações da Oxfam para que a Coca-Cola, a PepsiCo e todas as empresas da cadeia. 

O relatório foi escrito por John Wilkinson, professor do Curso de Pós-Graduação em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA) da Univesidade Federal do Rio de Janeiro (UFRRJ), a pedido da Oxfam para a campanha Behind the Brands. 

Acesse também:
Avaliação Independente de Questões Relacionadas à Terra no estudo de base da TCCC: Trabalho infantil, trabalho escravo e uso da terra no setor de cana-de-açúcar do Brasil e no relatório sintético da PepsiCo de Aspectos sociais, ambientais e de direitos humanos na cadeia de fornecedores de cana-de-açúcar da PepsiCo no Brasil com base em auditorias externas

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