Uma economia para os 99%

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Chegou a hora de promovermos uma economia humana que beneficie todas as pessoas, não apenas algumas

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Apenas oito homens possuem a mesma riqueza que os 3,6 bilhões de pessoas que compõem a metade mais pobre da humanidade. Na última camada, uma em cada 9 pessoas vive abaixo da linha da pobreza, buscando sobreviver com menos de U$ 2 por dia. 

Esses são apenas alguns dos dados revelados pelo relatório Uma economia para os 99%, lançado em 16 de janeiro pela Oxfam. O lançamento acontece um dia antes do início do Fórum Econômico Mundial, em Davos, onde estão reunidos representantes das maiores e mais ricas empresas do mundo.

Acesse o relatório Uma economia para os 99%

No Brasil, a realidade não é diferente. Os 6 maiores bilionários concentram a mesma riqueza que mais de 50% da população – um total de mais de 100 milhões de pessoas. Neste cenário de concentração extrema, as desigualdades tornam-se cada vez mais próximas e visíveis. Exemplo dessa disparidade está no acesso à educação.

Thailla é uma jovem de Sapopemba, um bairro pobre na Zona Leste de São Paulo. Em 2015, quando estava no último ano do Ensino Médio, participou dos movimentos que ocuparam as escolas contra a proposta de reorganização escolar – que fecharia 94 escolas no estado e enviaria estudantes para salas superlotadas e longe de suas casas. Graças às mobilizações do movimento estudantil, a proposta não saiu do papel. 

Mas, depois disso, o Governo Federal aprovou algumas medidas controversas, como a PEC do Teto dos Gastos Públicos, que irá congelar os investimentos em algumas áreas, como a educação e saúde, pelos próximos 20 anos. Em todas essas propostas, quem paga a conta não são os super-ricos nem as grandes corporações. Somos nós. E isso não é justo.

Mas não precisa ser desse jeito. O governo precisa atuar para garantir direitos e oferecer chances justas a todos. A saída para a crise deve começar pela diminuição dos privilégios dos super-ricos. Nós precisamos que o governo e a economia trabalhem para os 99%, e não apenas para o 1% do topo. 

Junte-se a nós. Compartilhe nossa mensagem, assine nossa petição. Podemos construir um país menos desigual.

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